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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

União de Leiria imita Augusto Duarte e também "escorrega" na Reboleira

Não foi só Augusto Duarte a escorregar na Reboleira, na tarde fria de Sábado. A União de Leiria, última classificada, jogava aqui importante cartada rumo à manutenção, mas, ao contrário do árbitro de Braga, acabou por tropeçar fora do balneário, perante um Estrela que recusa desistir enquanto o relógio está a contar.

Seis golos marcados e um jogo que começou 28 minutos depois da hora prevista para o apito inicial, foi a soma desta partida da Jornada 20, que o Estrela venceu por 4-2, depois de estar a perder por duas bolas ao intervalo. Importante resultado para a equipa da casa, face ao antepenúltimo lugar na tabela, logo acima da zona de despromoção e a dois pontos do P. Ferreira.


Crónica do Jogo:

Três bolas ao poste - Mendonça aos quatro minutos, Maurício aos 18m e Anselmo aos 68m - pareciam demasiado azar para o Estrela, que até sofrer o primeiro Golo bateu-se em igual proporção com o adversário.

Mas, aos 17 minutos, um erro do defesa Wagnão, que perdeu a bola a Meio-Campo para Harison, abalou as expectativas iniciais, com Sougou a oferecer o Golo inaugural a Paulo César.

Sem saber o que fazer, o Estrela permitiu tudo e mais alguma coisa ao adversário e foi, por isso, sem surpresa que Ferreira atirou para o segundo Golo, em mais uma jogada construída por Harison. O brasileiro embalou o berço para a fotografia, estado de euforia que terminaria na segunda parte.

A expulsão do lateral esquerdo Patrick, aos 47 minutos, por acumulação de amarelos, contribuiu para o final feliz do Estrela e condenou, de imediato, a União, que viu-se obrigada a substituir Ferreira por Faria, Médio que recuou à Defesa. O segundo amarelo mostrado ao leiriense, resulta de uma falta aparentemente normal sobre Rui Duarte, que assim não foi entendida por Augusto Duarte.

As entradas de Nuno Viveiros (46m) e Pedro Pereira (55m) mexeram com a atitude do Estrela, que precisava de maior dinâmica junto a Mendonça e Anselmo, determinantes para o resultado construído: aos 60m, o internacional angolano deu forma de Golo a um cruzamento do recém-entrado Pedro Pereira; aos 74m, o mesmo Pedro Pereira, numa jogada individual, cruzou rasteiro para o pé de Anselmo, que igualou a partida.

As cerca de duas centenas de adeptos que a custo tentavam animar as despidas bancadas nem queriam acreditar no que estava a acontecer. No segundo tempo, com mais um jogador em campo, o Estrela não tinha como não dominar e aos 76m só falhou o terceiro, por Viveiros, porque Bruno Miguel desviou sobre a Linha de Golo uma bola que passou por cima de Fernando.

Habituado a não desistir enquanto há minutos para disputar, o conjunto da Amadora colocou mais pressão na frente e aos 85m forçou Éder a introduzir a bola na própria baliza, perante a intromissão de Anselmo, que procurava colocar um cruzamento de Mendonça na Baliza.

A "história" deste jogo terminou com mais uma bola a bater no poste, mas desta feita a entrar. Foi o bis de Anselmo, a três minutos do fim, avançado que há muito procura o seu espaço na equipa e que hoje mereceu, sem discussão, integrar o grupo dos melhores. Passe de Mendonça - novamente - e concretização, com um remate cruzado ao poste mais distante, num terreno que esta época tem habituado os espectadores a resultados incríveis. Revejam-se as jornadas com o F.C. Porto e V. Guimarães, por exemplo.


Por Catarina Machado, jornalista "Mais Futebol"

Foto: Miguel Lopes, fotojornalista "Lusa"

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

E. Amadora e Sp. Braga empatam na abertura da 18ª Jornada da Liga BWin

Como não há duas sem três, E. Amadora e Sp. Braga repetiram o resultado registado nas últimas duas temporadas, um empate. Parece que as duas equipas encontram grandes dificuldades em chegar às balizas adversárias, na Reboleira, mas, pelo menos, desta vez houve um golo para cada lado (nos últimos dois anos o jogo ficou igualado a zeros). Isto falando da Bwin Liga, já que há dias a formação tricolor venceu os bracarenses, na Taça de Portugal (o golo surgiu apenas de penalty, convertido por Mateus).


A primeira parte foi dominada pelo equilíbrio e falta de oportunidades de golo. Houve muita luta, é certo, e, em alguns momentos, até um ligeiro ascendente do Sp. Braga, mas nada que justificasse uma vantagem. Jogou-se muito a Meio-Campo e ambas as equipas encontraram dificuldades em colocar a bola junto das balizas opostas. Entre passes falhados e perdas de bola em sítios proibidos, a qualidade não abundou.

Na segunda parte houve mais do mesmo, ainda que as duas equipas tenham tentado imprimir velocidade no jogo e se batessem muito no "miolo". No entanto, acabaram por esbarrar sempre contra as defesas contrárias. O "desespero" levou a que começassem a recorrer, com frequência, aos remates de longe.


Nem os poucos lances de bola parada fizeram com que os Guarda-Redes tivessem de aplicar-se muito. Isto apesar de Paulo Santos ter apanhado um "susto", aos 75 minutos. Rui Duarte cruzou para Anselmo finalizar, mas o camisola 9 do Estrela não soube aproveitar a apatia do "Guardião" bracarense, que ficou "pregado" ao chão.

Tudo fazia prever que o encontro ia terminar sem golos, mas, aos 81 minutos, o Sp. Braga teve alguma sorte e inaugurou o marcador. Jorginho rematou forte, de longe, e beneficiou de um ressalto em Fernando, que traiu Nélson. Mas o E. Amadora não desistiu e Daúto Faquirá mandou Maurício subir no terreno, para jogar como segundo Avançado, ao lado de Anselmo.


Já em tempo de descontos instalou-se a confusão por César Peixoto ter visto um segundo cartão amarelo, ao atirar a bola para fora depois do apito do Árbitro. Os bracarenses ficaram reduzidos a dez, devido a uma "infantilidade" e aí começou a perda de três pontos que pareciam garantidos. Miguelito fez falta na área sobre Rui Pedro e Lucílio Batista, que se baralhou na hora de mostrar os cartões, não hesitou em assinalar o penalty. O Árbitro mostrou amarelo e vermelho, ao lateral, com o pressuposto de que seria o segundo amarelo, mas rectificou a tempo. Fernando foi chamado a converter e não falhou.

Num jogo equilibrado, para o bem e para o mal, o empate ajusta-se perfeitamente. No entanto, os dois treinadores terão de rever com os seus jogadores o capítulo da finalização. Um golo "de sorte" e outro de bola parada, em 90 minutos quase sem oportunidades, são motivo de reflexão. As duas equipas continuam sem vencer no campeonato - o Estrela não ganha há três jogos, enquanto o Sp. Braga "faz" o mesmo há cinco.

Fonte:
Mais Futebol

Fotos: A Bola